Alguns leitores já repararam numa novidade na tabela da CLB 2008: após as semifinais do torneio, haverá uma rodada de repescagem. E para decidir que livros terão direito a essa segunda chance contamos novamente com a participação do público: os dois livros mais bem votados nesta nova enquete retornarão para disputar uma vaga na final da Copa com os vencedores das semifinais. Vote no seu favorito e ajude-o a ganhar mesmo se algum jurado irritante estiver no meio do caminho.
CLB 2008 - Repescagem
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CONVITE:
Mil desculpas, por invadir seu blog, mas convido você a visitar a Editora Biblioteca24×7, que comercializa obras pela internet (edição on-line e impressa) e buscar, na seção de ERÓTICOS, esta obra:
LUA QUEBRADA
Um romance entre o professor e sua aluna. Banal? Não o jogo de sedução e erotismo de Lua Quebrada. Além de todas as convenções, do alto grau de entrega e do encontro de dois mundos tão diversos, há um sutil jogo de poder entre os protagonistas que põe em cheque a relação entre homem e mulher, entre tesão e amor e, principalmente, entre a razão das convenções sociais e o desafio de quebrá-las em nome de um sentimento ao mesmo tempo tão irracional e tão humano quanto a velha e boa paixão.
Autor: Isaias Edson Sidney
Publicação da Biblioteca24×7.
ISBN: 978-85-61590-45-1
Só disponível pela Internet, no endereço abaixo:
http://www.biblioteca24×7.com.br (ÁREA, à esquerda, clique em : ERÓTICO).
LUA QUEBRADA: PARA INCENDIAR SUA IMAGINAÇÃO!
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Li mês passado o livro Lemniscata: o enigma do Rio e gostei. Apesar de seguir o estilo best-sellerista de Dan Brown, ele é uma diversão melhor dq uns 2 ou 3 livros da Copa. Pena q na sugestão de repescagem não entrem livros novos…
1 abraço.
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Li o Rakushisha, da Adriana Lisboa e… não sei. Há passagens belas, delicadas, com um clima que evoca a atmosfera zen japonesa. Belas imagens, silêncios e vazios. Algumas frases de pura poesia - e não somente as de Basho e outros, mas várias da própria Adriana.
O que achei fraco foi o prório cerne da história. A ida dos dois quase-desconhecidos ao Japão me pareceu um pouco descabida. Nem tanto pelo convite e sua aceitação súbitas, mas… se a questão era transportá-los ao Japão, o motivo me pareceu meio forçado. A ida dele, mais do que a dela, apesar de profissionalmente, a dele se justificar. Mas ele foi, voltou… e daí?
Sou apenas um leitor, e não crítico. E como leitor, achei o livro com altos e baixos. Sem arrependimento por tê-lo lido, mas também sem saudade ao terminar.
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Eu esperava mais do Bernardo de Carvalho. O sol se põe em são paulo é fraco. O narrador não me convence, se justifica demais. Algumas coisas me incomodam com o uso constante de trenzinho de verbos (verbos em salva de 3 e 4, um atrás do outro) e uma narrativa ruminante que vai e volta. Não sei. O que vocês acham?
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30/07/08 - 9:59 am
Conheci a Copa há pouco tempo e logo em seguida peguei o “Rato” pra ler, diante da afirmação de vários que aqui comentaram. Sinceramente não entendi tanto alarde sobre esse livro, não tem vigor nem profundidade, mais que efêmero, é banal.
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