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	<title>Copa de Literatura Brasileira</title>
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		<title>Final</title>
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Antonio Marcos Pereira
Em um de seus textos Brian Eno tenta defender o valor do infamado termo “pretensão”, dizendo que, nas artes, “a palavra pretensioso tem um significado especial: é a tentativa de fazer algo que o crítico acha que você não tem sequer o direito de tentar”. Na sequência ele diz que as [...]]]></description>
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		<title>Jogo 14</title>
		<description><![CDATA[  
Camaradas, estamos diante de um páreo duro. É o jogo mais difícil que apitei na Copa: me coloca diante de um dilema temido por mim, o de me defrontar com a incompatibilidade entre o juízo de gosto e o juízo de sucesso. Como isso funciona? Um dos livros me agrada mais, se conecta melhor [...]]]></description>
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		<title>Jogo 13</title>
		<description><![CDATA[  
Competem nesta semifinal um faroeste e um farnordeste. Confesso q fiquei surpreso. Depois de ler seis dos oito livros desta chave, esperava apitar Cordilheira contra O verão do Chibo. Ambos me impressionaram, e eu teria gostado da dúvida enquanto os destrinchasse.
No futebol e na literatura, ganha quem marca gols (qdo não pela moedinha&#8230;) [...]]]></description>
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		<title>Jogo 12</title>
		<description><![CDATA[  
Duas novelas justinhas em seu formato, sem sobras ou faltas (não anotei qualquer passagem inutilmente obscura, qualquer lance meramente decorativo, nas duas obras), bem editadas, conduzidas com segurança pelos autores; as duas com linguagem adequada aos propósitos de cada relato e aos limites do ambiente social envolvido; nas duas, três figuras reiteradas — [...]]]></description>
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		<title>Jogo 11</title>
		<description><![CDATA[  
Antes do começo do jogo, o autor da resenha e o organizador da Copa gostariam de apresentar aos leitores as mais sinceras e cordiais saudações rubro-negras.
Julgamentos tendem a ser monótonos de tão previsíveis. Em meio a tudo aquilo que nos motiva durante uma leitura, tudo que faz com que nos voltemos para a [...]]]></description>
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		<title>Jogo 10</title>
		<description><![CDATA[  
O que me chamou a atenção de chofre foi o tanto que O verão do Chibo e Galiléia têm em comum: são ambos livros rurais, usam narradores não-confiáveis, fragmentam a narrativa e&#8230; são do selo Alfaguara. Apesar disso, não podiam ser mais diferentes.
Tem muita coisa certa com O verão do Chibo, muita coisa [...]]]></description>
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		<title>Jogo 9</title>
		<description><![CDATA[  
Difícil duelo gaúcho em partida que só se resolveu nos últimos momentos.
Evidentemente, diante do romance de Daniel Galera — já experiente, premiado, convidado a participar da coleção Amores Expressos — ficamos mais exigentes.
Em Cordilheira, Galera é o mesmo escritor competente das obras anteriores, mas a narrativa tem, na minha opinião como leitora, dois [...]]]></description>
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		<title>Jogo 8</title>
		<description><![CDATA[  
Dizem que esse é um dos jogos mais esperados da copa. Com certeza, é o mais difícil.
Temos dois autores veteranos e conhecidos (ainda que Calligaris seja estreante na ficção), com dois romances curtos e enxutos, corretos e sofisticados, lançados pela mesma editora de primeira linha, centrados na questão da paternidade, e com a [...]]]></description>
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		<title>Jogo 7</title>
		<description><![CDATA[  
Quando um certo dr. Plausível indicou meu nome para participar da Copa de Literatura, minha vontade era dizer não. A ideia de uma copa me fez lembrar o mundo do futebol, o mata-mata muitas vezes decidido “injustamente”. A escapada oportunista de um perna-de-pau, o gol fora de casa, a retranca intransponível, a contusão, [...]]]></description>
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		<title>Jogo 6</title>
		<description><![CDATA[  
No sexto jogo da Copa da Literatura Brasileira, Acenos e afagos, de João Gilberto Noll, e O ponto da partida, de Fernando Molica, travaram um duelo bastante disputado, pois ambos os livros apresentaram virtudes que sobrepuseram seus eventuais vícios. A princípio, a obra de João Gilberto Noll levava certa vantagem, sobretudo porque o [...]]]></description>
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