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	<title>Comentários sobre: Jogo 2</title>
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		<title>Por: Arlequinal &#187; Resenha Dupla: &#8220;O Professor de Botânica&#8221; e &#8220;A Virgem que não conhecia Picasso&#8221;</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo2/#comment-7025</link>
		<dc:creator>Arlequinal &#187; Resenha Dupla: &#8220;O Professor de Botânica&#8221; e &#8220;A Virgem que não conhecia Picasso&#8221;</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 16:28:37 +0000</pubDate>
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		<description>[...] foi Pó de Parede, de Carol Bensimon. Depois seguiram-se: Areia nos Dentes, de Antônio Xerxenesky (leia minha resenha aqui e o que o autor disse sobre ela aqui), A virgem que não conhecia Picasso, de Rodrigo Rosp, Raiva [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] foi Pó de Parede, de Carol Bensimon. Depois seguiram-se: Areia nos Dentes, de Antônio Xerxenesky (leia minha resenha aqui e o que o autor disse sobre ela aqui), A virgem que não conhecia Picasso, de Rodrigo Rosp, Raiva [...]</p>
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		<title>Por: Fernando Torres</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo2/#comment-6752</link>
		<dc:creator>Fernando Torres</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 18:39:11 +0000</pubDate>
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		<description>Caro J. Peçanha. Eu acho bastante fácil fazer assertivas sobre o que é bom e o que é ruim. O difícil é sustentá-las. Não é uma questão apenas de respeito ao leitor de uma obra ou outra, mas de respeito ao autor da obra.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro J. Peçanha. Eu acho bastante fácil fazer assertivas sobre o que é bom e o que é ruim. O difícil é sustentá-las. Não é uma questão apenas de respeito ao leitor de uma obra ou outra, mas de respeito ao autor da obra.</p>
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		<title>Por: J. Peçanha</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo2/#comment-6712</link>
		<dc:creator>J. Peçanha</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 12:12:09 +0000</pubDate>
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		<description>Também acho complicado fazer afirmações tão assertivas sobre o que é bom ou ruim em literatura. Há tantoas variáveis a serem consideradas! Além do mais, para cada livro há um leitor. Respeito tanto que ama Paulo Coelho quanto quem adora Umberto Eco ou Le Clezio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também acho complicado fazer afirmações tão assertivas sobre o que é bom ou ruim em literatura. Há tantoas variáveis a serem consideradas! Além do mais, para cada livro há um leitor. Respeito tanto que ama Paulo Coelho quanto quem adora Umberto Eco ou Le Clezio.</p>
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	<item>
		<title>Por: xxnsk</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo2/#comment-6513</link>
		<dc:creator>xxnsk</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 21:37:36 +0000</pubDate>
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		<description>Já que os próprios autores estão comentando os outros jogos, vou dar meus pitacos aqui, i.e., apontar aonde concordo com o Fernando:

a) O Areia é um romance de iniciante que peca, de fato, por excessos, e por querer mostrar todas as referências de música e cinema.  Esses dias folheei o livro e me deparei com uma referência totalmente gratuita a Terry Gilliam. Escrevi o Areia dos 22 aos 23 anos. Idade do autor nunca é critério para julgar um livro. Mas, de qualquer forma, se algum dia existir uma segunda edição do livro, com certeza mudarei um par de coisas, pois, por mais ridículo que pareça, mudei bastante de lá pra cá. Tudo o que posso dizer é que o romance é o melhor que fui capaz de escrever naquela época. Publicar é parar de alterar, não é o que dizem? Um livro nunca chega ao fim, de fato.

b) O Fernando captou tri bem a diferença estilística entre os dois eixos narrativos, não tinha visto isso em nenhuma outra resenha ainda.

c) Ele concorda comigo que a Parte 2 é bem melhor/mais trabalhada que a Parte 1. Como é agradável concordar com um crítico.

Quanto ao Vencedor Está Só, juro que tentei ler, mas não passei da página 50. Como não me pagaram para ler/criticar, dei preferência para outros concorrentes da Copa que me pareceram mais interessantes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já que os próprios autores estão comentando os outros jogos, vou dar meus pitacos aqui, i.e., apontar aonde concordo com o Fernando:</p>
<p>a) O Areia é um romance de iniciante que peca, de fato, por excessos, e por querer mostrar todas as referências de música e cinema.  Esses dias folheei o livro e me deparei com uma referência totalmente gratuita a Terry Gilliam. Escrevi o Areia dos 22 aos 23 anos. Idade do autor nunca é critério para julgar um livro. Mas, de qualquer forma, se algum dia existir uma segunda edição do livro, com certeza mudarei um par de coisas, pois, por mais ridículo que pareça, mudei bastante de lá pra cá. Tudo o que posso dizer é que o romance é o melhor que fui capaz de escrever naquela época. Publicar é parar de alterar, não é o que dizem? Um livro nunca chega ao fim, de fato.</p>
<p>b) O Fernando captou tri bem a diferença estilística entre os dois eixos narrativos, não tinha visto isso em nenhuma outra resenha ainda.</p>
<p>c) Ele concorda comigo que a Parte 2 é bem melhor/mais trabalhada que a Parte 1. Como é agradável concordar com um crítico.</p>
<p>Quanto ao Vencedor Está Só, juro que tentei ler, mas não passei da página 50. Como não me pagaram para ler/criticar, dei preferência para outros concorrentes da Copa que me pareceram mais interessantes.</p>
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		<title>Por: rodrigo sampaio</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo2/#comment-6495</link>
		<dc:creator>rodrigo sampaio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 19:25:23 +0000</pubDate>
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		<description>O problema não é ter certezas, Fernando. É se prender nelas. As certezas são típicas de homens assumidos e dizer-se incerto mostra, muitas vezes, enorme presunção de quem quer se mostrar simples, modesto e, numa palavra, evoluído. Não digo isto sobre você, meu caro, por favor, me entenda bem. Espero que seja sincero de coração. Porém, não se deixe iludir pela retórica falsa da falsa humildade. Homens que crescem passam de uma convicção a outra.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O problema não é ter certezas, Fernando. É se prender nelas. As certezas são típicas de homens assumidos e dizer-se incerto mostra, muitas vezes, enorme presunção de quem quer se mostrar simples, modesto e, numa palavra, evoluído. Não digo isto sobre você, meu caro, por favor, me entenda bem. Espero que seja sincero de coração. Porém, não se deixe iludir pela retórica falsa da falsa humildade. Homens que crescem passam de uma convicção a outra.</p>
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	<item>
		<title>Por: Fernando Torres</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo2/#comment-6493</link>
		<dc:creator>Fernando Torres</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 18:36:22 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Rodrigo, queria poder contar com tantas certezas como você.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Rodrigo, queria poder contar com tantas certezas como você.</p>
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	<item>
		<title>Por: Lucas Murtinho</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo2/#comment-6492</link>
		<dc:creator>Lucas Murtinho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 18:05:21 +0000</pubDate>
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		<description>Danilo,

Enviei para você um email, que não deve ter chegado. O comentário anterior foi bloqueado por estar escrito num tom que julguei inadequado ao site. No email cheguei a informar que, com o tom modificado, o comentário seria aceito sem problemas.

Abraços,

Lucas</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Danilo,</p>
<p>Enviei para você um email, que não deve ter chegado. O comentário anterior foi bloqueado por estar escrito num tom que julguei inadequado ao site. No email cheguei a informar que, com o tom modificado, o comentário seria aceito sem problemas.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Lucas</p>
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	<item>
		<title>Por: Danilo Maia</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo2/#comment-6491</link>
		<dc:creator>Danilo Maia</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 18:00:38 +0000</pubDate>
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		<description>Sobre esse último comentário de Fernando Torres, gostaria que soubesse da minha tréplica, esclarecendo que não me dirigia especificamente à sua resenha.

Tréplica essa que foi censurada, sem maiores explicações. Se o mantenedor do site não quiser publicar a minha opinião poderia ao menos me dizer por email os motivos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre esse último comentário de Fernando Torres, gostaria que soubesse da minha tréplica, esclarecendo que não me dirigia especificamente à sua resenha.</p>
<p>Tréplica essa que foi censurada, sem maiores explicações. Se o mantenedor do site não quiser publicar a minha opinião poderia ao menos me dizer por email os motivos.</p>
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		<title>Por: rodrigo sampaio</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo2/#comment-6490</link>
		<dc:creator>rodrigo sampaio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 17:42:57 +0000</pubDate>
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		<description>Acho excelentes suas críticas, Fernando Torres, tanto de um livro quanto de outro. Além do mais, você teve a simplicidade de criticá-los, perdendo com isso o carisma idiossincrático decorrente de quem se dispensa de explicar só porque deu o veredicto. Só acho impressionante alguém com seu nível cultural dizer que pertencer a Academia Brasileira de Letras significa alguma coisa (Coelho Neto, José Sarney, Pitanguy e outros medalhões do status fó também são). Agora, quanto a PC, a mim me parece ridícula a discussão. Ele é um mestre apenas num ponto da carpintaria romanesca: a capacidade de enredador. Não deveria ser conceituado como escritor lato sensu, ou como folhetista ou novelista de tv (sem que eu considere isto um demérito, ao contrário, é preciso saber fazer folhetim ou novela de tv e poucos sabem). Mas são categorias diferentes. O problema é que o próprio PC não se conforma com seus limites estéticos e quer se fazer um literata, coisa que jamais será (no sentido completo). O fato de tentar está tudo bem - devemos tentar ser um Tolstói até. Mas sua gabolice de ir para a academia, de se revoltar contra os críticos, de fazer um exposição na França junto encontro de escritores pelo qual não foi convidado etc.. o traem. Vejam o caso do escritor Márcio Souza que escreveu Galvez, o imperador do acre. Ele foi mais humilde e admitiu que é um contador de histórias. Pronto, foi simples, direto, ninguém pega no pé dele literariamente como fazem com PC. E, coisa engraçada, por não querer invadir terreno alheio, muitos acabaram por incluí-lo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho excelentes suas críticas, Fernando Torres, tanto de um livro quanto de outro. Além do mais, você teve a simplicidade de criticá-los, perdendo com isso o carisma idiossincrático decorrente de quem se dispensa de explicar só porque deu o veredicto. Só acho impressionante alguém com seu nível cultural dizer que pertencer a Academia Brasileira de Letras significa alguma coisa (Coelho Neto, José Sarney, Pitanguy e outros medalhões do status fó também são). Agora, quanto a PC, a mim me parece ridícula a discussão. Ele é um mestre apenas num ponto da carpintaria romanesca: a capacidade de enredador. Não deveria ser conceituado como escritor lato sensu, ou como folhetista ou novelista de tv (sem que eu considere isto um demérito, ao contrário, é preciso saber fazer folhetim ou novela de tv e poucos sabem). Mas são categorias diferentes. O problema é que o próprio PC não se conforma com seus limites estéticos e quer se fazer um literata, coisa que jamais será (no sentido completo). O fato de tentar está tudo bem &#8211; devemos tentar ser um Tolstói até. Mas sua gabolice de ir para a academia, de se revoltar contra os críticos, de fazer um exposição na França junto encontro de escritores pelo qual não foi convidado etc.. o traem. Vejam o caso do escritor Márcio Souza que escreveu Galvez, o imperador do acre. Ele foi mais humilde e admitiu que é um contador de histórias. Pronto, foi simples, direto, ninguém pega no pé dele literariamente como fazem com PC. E, coisa engraçada, por não querer invadir terreno alheio, muitos acabaram por incluí-lo.</p>
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	<item>
		<title>Por: Fernando Torres</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo2/#comment-6488</link>
		<dc:creator>Fernando Torres</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 14:04:34 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Danilo Maia,

Eu defendi, durante a organização da Copa de Literatura, a inclusão do da obra de Paulo Coelho. Minhas palavra à época, foram no sentido de que não podemos nos furtar de ler e pensar sobre a obra do escritor brasileiro de maior sucesso de vendas em todo mundo. Mais que isso o autor é membro da Academia Brasileira de Letras e recebeu uma longa lista de honrarias pelo mundo. E cabe a mim, com a devida vênia, combater a idéia de que &quot;Chutei cachorro morto&quot;, eu encarei o desafio de criticar om gigante do mecado editorial, sobre quem já foram escritos inúmeras resenhas, livros, teses... 

Não lí nenhum de seus muitos livros, &quot;O Vencedor está Só&quot; foi o primeiro. Não posso falar do conjunto, mas tão somente deste obra específica, que não me agradou. Faltou ao livro atenção a certos detalhes que eu pessoalmente dou valor. Essa é a proposta da Copa, e minha proposta foi sempre escrever uma crítica técnica e justa, repelindo as já conhecidas críticas sobre o autor. Cabe dizer que tenho muito orgulho de saber que o proprio autor leu o texto e me enviou mensagem dizendo que minha crítica não é agressiva, portanto não a considera ruim, mas apenas a minha opinião pessoal sobre o livro. Creio eu que ele entendeu que eu o respeitei como autor, da mesma forma que respeitei Antônio Xerxenesky.

Minha questão é, Danilo, você leu minha crítica ao Livro de Antônio Xerxenesky? O que acho dela? Justa ou injusta? Você entendeu o que eu valorizei ou critiquei no livro dele?

Aliás o que os nobres comentadores têm a dizer sobre minha resenha sobre &quot;Areia nos Dentes&quot;?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Danilo Maia,</p>
<p>Eu defendi, durante a organização da Copa de Literatura, a inclusão do da obra de Paulo Coelho. Minhas palavra à época, foram no sentido de que não podemos nos furtar de ler e pensar sobre a obra do escritor brasileiro de maior sucesso de vendas em todo mundo. Mais que isso o autor é membro da Academia Brasileira de Letras e recebeu uma longa lista de honrarias pelo mundo. E cabe a mim, com a devida vênia, combater a idéia de que &#8220;Chutei cachorro morto&#8221;, eu encarei o desafio de criticar om gigante do mecado editorial, sobre quem já foram escritos inúmeras resenhas, livros, teses&#8230; </p>
<p>Não lí nenhum de seus muitos livros, &#8220;O Vencedor está Só&#8221; foi o primeiro. Não posso falar do conjunto, mas tão somente deste obra específica, que não me agradou. Faltou ao livro atenção a certos detalhes que eu pessoalmente dou valor. Essa é a proposta da Copa, e minha proposta foi sempre escrever uma crítica técnica e justa, repelindo as já conhecidas críticas sobre o autor. Cabe dizer que tenho muito orgulho de saber que o proprio autor leu o texto e me enviou mensagem dizendo que minha crítica não é agressiva, portanto não a considera ruim, mas apenas a minha opinião pessoal sobre o livro. Creio eu que ele entendeu que eu o respeitei como autor, da mesma forma que respeitei Antônio Xerxenesky.</p>
<p>Minha questão é, Danilo, você leu minha crítica ao Livro de Antônio Xerxenesky? O que acho dela? Justa ou injusta? Você entendeu o que eu valorizei ou critiquei no livro dele?</p>
<p>Aliás o que os nobres comentadores têm a dizer sobre minha resenha sobre &#8220;Areia nos Dentes&#8221;?</p>
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