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	<title>Comentários sobre: Jogo 1</title>
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		<title>Por: Vanessa de Borba</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo1/#comment-6837</link>
		<dc:creator>Vanessa de Borba</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 22:02:13 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei muito do seu olhar para Cordilheira. E sobre o livro dos nomes, achei que foste muito honesto e até gentil explicando que a necessidade intima de antes não existe mais. Por isso, o mais correto a fazer é não comentar.. já que não se há nada a dizer.. (o que não isenta ninguém das reclamações dos mais afoitos, hehe)..
Creio que há leitores com desejo de comparações. Quiça, por isso alguns tenham se frustrado com “nada a dizer”. Mesmo que nada a dizer, não raro, diga muito. O que não é o caso aqui. 
Pra mim não há interpretações certas ou erradas. Algumas idéias são abstratas, como as emoções. E arte é subjetividade pura. 
Há braços,
Vanessa de Borba</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei muito do seu olhar para Cordilheira. E sobre o livro dos nomes, achei que foste muito honesto e até gentil explicando que a necessidade intima de antes não existe mais. Por isso, o mais correto a fazer é não comentar.. já que não se há nada a dizer.. (o que não isenta ninguém das reclamações dos mais afoitos, hehe)..<br />
Creio que há leitores com desejo de comparações. Quiça, por isso alguns tenham se frustrado com “nada a dizer”. Mesmo que nada a dizer, não raro, diga muito. O que não é o caso aqui.<br />
Pra mim não há interpretações certas ou erradas. Algumas idéias são abstratas, como as emoções. E arte é subjetividade pura.<br />
Há braços,<br />
Vanessa de Borba</p>
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		<title>Por: J. Peçanha</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo1/#comment-6701</link>
		<dc:creator>J. Peçanha</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 11:09:17 +0000</pubDate>
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		<description>Polzonoff se propôs a fazer uma comparação que termina não sendo feita. Esse, a meu ver, é o grande defeito da análise. 

Independentemente disso, a análise de Cordilheira, livro que li há menos de um mês e que está, portanto, bem fresco, foi surpreendente. Digo surpreendente pois achei o livro, no geral, fraco. Simplesmente não gostei. No entanto, depois de ler Polzonoff, mudei um pouco de ideia.

Não tinha me dado conta do quão interessante é vermo personagens encarnando vestes de autores de outro personagem, conforme ocorre com a turma de escritores argentinos. Ou daquele último capítulo, ingenuamente considerado um corpo estranho no romance, por mim.

Grato, Polzonoff. Mas pense que afastar o Livro dos Nomes por WO não é justo. Algo devia ser dito a respeito da obra.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Polzonoff se propôs a fazer uma comparação que termina não sendo feita. Esse, a meu ver, é o grande defeito da análise. </p>
<p>Independentemente disso, a análise de Cordilheira, livro que li há menos de um mês e que está, portanto, bem fresco, foi surpreendente. Digo surpreendente pois achei o livro, no geral, fraco. Simplesmente não gostei. No entanto, depois de ler Polzonoff, mudei um pouco de ideia.</p>
<p>Não tinha me dado conta do quão interessante é vermo personagens encarnando vestes de autores de outro personagem, conforme ocorre com a turma de escritores argentinos. Ou daquele último capítulo, ingenuamente considerado um corpo estranho no romance, por mim.</p>
<p>Grato, Polzonoff. Mas pense que afastar o Livro dos Nomes por WO não é justo. Algo devia ser dito a respeito da obra.</p>
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	<item>
		<title>Por: Maria Valéria de Lima Schneider</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo1/#comment-6661</link>
		<dc:creator>Maria Valéria de Lima Schneider</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 17:06:30 +0000</pubDate>
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		<description>Li Cordilheira, de Daniel Galera quando saiu, e o crítico acertou em cheio ao descrevê-lo(sendo muito simpático em sua introdução). 
O fato de nada dizer ao livro de Maria Esther Maciel, aguçou a curiosidade, e ao contrário do que se poderia pensar, tenho certeza que as vendas aumentaram.
Tiro certo, Paulo Polzonoff Jr.!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Li Cordilheira, de Daniel Galera quando saiu, e o crítico acertou em cheio ao descrevê-lo(sendo muito simpático em sua introdução).<br />
O fato de nada dizer ao livro de Maria Esther Maciel, aguçou a curiosidade, e ao contrário do que se poderia pensar, tenho certeza que as vendas aumentaram.<br />
Tiro certo, Paulo Polzonoff Jr.!</p>
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	<item>
		<title>Por: Claudio Faria</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo1/#comment-6636</link>
		<dc:creator>Claudio Faria</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 12:30:09 +0000</pubDate>
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		<description>O cara é convidado a ser jurado em uma Copa de Literatura, lê os dois livros, escolhe um deles... e diz que não há comentários a ser feito sobre o outro. 

Ah!... a necessidade de ser &quot;muderno&quot;, impactante, diferente, polêmico...

Mas no final das contas o que sobressai é outra coisa mesmo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O cara é convidado a ser jurado em uma Copa de Literatura, lê os dois livros, escolhe um deles&#8230; e diz que não há comentários a ser feito sobre o outro. </p>
<p>Ah!&#8230; a necessidade de ser &#8220;muderno&#8221;, impactante, diferente, polêmico&#8230;</p>
<p>Mas no final das contas o que sobressai é outra coisa mesmo.</p>
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	<item>
		<title>Por: Marcos Vinícius Almeida</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo1/#comment-6471</link>
		<dc:creator>Marcos Vinícius Almeida</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 02:26:57 +0000</pubDate>
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		<description>O maior problema da nossa geração, e falta de verdade. Somos um bando de sofistas respeitosos e bem educados. rs

O último capítulo realmente impressiona, mas pela fala de Anita... da palavra que não existe para dizer aquilo que ela tem que dizer. Eu até arrepiei com aquele final. É isso que acho válido num livro.... Enfim.

Eu nao tenho véia de crítico literário. mas estarei por aqui atazanando. rs

De beque de roça, dando balão pra cima, se me permite, senhor Ricardo Teixeira 

abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O maior problema da nossa geração, e falta de verdade. Somos um bando de sofistas respeitosos e bem educados. rs</p>
<p>O último capítulo realmente impressiona, mas pela fala de Anita&#8230; da palavra que não existe para dizer aquilo que ela tem que dizer. Eu até arrepiei com aquele final. É isso que acho válido num livro&#8230;. Enfim.</p>
<p>Eu nao tenho véia de crítico literário. mas estarei por aqui atazanando. rs</p>
<p>De beque de roça, dando balão pra cima, se me permite, senhor Ricardo Teixeira </p>
<p>abraços.</p>
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	<item>
		<title>Por: Lucas Murtinho</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo1/#comment-6469</link>
		<dc:creator>Lucas Murtinho</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 22:08:30 +0000</pubDate>
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		<description>Marcos Vinícius, point taken. Mas você há de convir que também não vale muita coisa eu responder &quot;Isso aí que você falou está completamente errado&quot;.

A exemplo do Polzonoff, gostei muito do último capítulo do livro, por um motivo que é tão parecido com o dele que talvez seja o mesmo. A diferença está na leitura do que veio antes: enquanto o Polzonoff enxerga Anita como &quot;uma protagonista à margem de uma narrativa maior&quot;, para mim ela está sempre no centro das atenções, e o romance parece se empenhar em esmiuçar a personalidade dela para o leitor. Aí, no último capítulo, o esmiuçamento se transforma no relato de um período curtíssimo da vida dela, umas férias um pouco estranhas que serviram para ela finalmente encerrar um relacionamento de muitos anos - e quase só. E é nesse ponto que concordo com o Polzonoff: ali percebi como a Anita que eu achava que conhecia era só a Anita daquele momento e daquele lugar, e a verdadeira personalidade dela (que, aliás, não existe) está vedada ao meu entendimento.

Abraços,

Lucas</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcos Vinícius, point taken. Mas você há de convir que também não vale muita coisa eu responder &#8220;Isso aí que você falou está completamente errado&#8221;.</p>
<p>A exemplo do Polzonoff, gostei muito do último capítulo do livro, por um motivo que é tão parecido com o dele que talvez seja o mesmo. A diferença está na leitura do que veio antes: enquanto o Polzonoff enxerga Anita como &#8220;uma protagonista à margem de uma narrativa maior&#8221;, para mim ela está sempre no centro das atenções, e o romance parece se empenhar em esmiuçar a personalidade dela para o leitor. Aí, no último capítulo, o esmiuçamento se transforma no relato de um período curtíssimo da vida dela, umas férias um pouco estranhas que serviram para ela finalmente encerrar um relacionamento de muitos anos &#8211; e quase só. E é nesse ponto que concordo com o Polzonoff: ali percebi como a Anita que eu achava que conhecia era só a Anita daquele momento e daquele lugar, e a verdadeira personalidade dela (que, aliás, não existe) está vedada ao meu entendimento.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Lucas</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcos Vinícius Almeida</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo1/#comment-6468</link>
		<dc:creator>Marcos Vinícius Almeida</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 20:33:15 +0000</pubDate>
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		<description>Porque papel aceita qualquer coisa.

Eu por exemplo, posso dizer que Anita compensa a depressão pós-parto com seu romance através do desejo de engravidar, e que esse desejo, por sua vez, é fruto de uma redenção com corpo que mostra o dualismo do distanciamento da alma, referenciado pela criação artística.

E de que isso vale?

Marcos Vinícius Almeida</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Porque papel aceita qualquer coisa.</p>
<p>Eu por exemplo, posso dizer que Anita compensa a depressão pós-parto com seu romance através do desejo de engravidar, e que esse desejo, por sua vez, é fruto de uma redenção com corpo que mostra o dualismo do distanciamento da alma, referenciado pela criação artística.</p>
<p>E de que isso vale?</p>
<p>Marcos Vinícius Almeida</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lucas Murtinho</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo1/#comment-6466</link>
		<dc:creator>Lucas Murtinho</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 11:27:06 +0000</pubDate>
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		<description>Marcos Vinícius, não acho que dizer que uma comparação com Cervantes é injusta seja nivelar por baixo. É só dizer que existem bons escritores e escritores geniais, e não ser genial não quer dizer que o cara não seja bom.

Sobre o &quot;enfiar temas num livro&quot;, suponho que você esteja se referindo à análise do Polzonoff sobre a questão de identidade. Eu também não tinha reparado nessa questão durante o livro, e ela não em marcou, mas entendi por que o Polzonoff a viu. Por que você acha que ela simplesmente não está lá?

Abraços,

Lucas</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcos Vinícius, não acho que dizer que uma comparação com Cervantes é injusta seja nivelar por baixo. É só dizer que existem bons escritores e escritores geniais, e não ser genial não quer dizer que o cara não seja bom.</p>
<p>Sobre o &#8220;enfiar temas num livro&#8221;, suponho que você esteja se referindo à análise do Polzonoff sobre a questão de identidade. Eu também não tinha reparado nessa questão durante o livro, e ela não em marcou, mas entendi por que o Polzonoff a viu. Por que você acha que ela simplesmente não está lá?</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Lucas</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcos Vinícius Almeida</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo1/#comment-6465</link>
		<dc:creator>Marcos Vinícius Almeida</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 09:54:03 +0000</pubDate>
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		<description>Lucas, é pra nivelar por baixo?

Por isso eu acho que crítica literária é uma coisa melindrosa.

Não acho que Galera seja inferior ao Cervantes; o que eu acho inútil é enfiar temas num livro - um livro bom tem um valor nele mesmo, esse é ponto forte do Cordilheira.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lucas, é pra nivelar por baixo?</p>
<p>Por isso eu acho que crítica literária é uma coisa melindrosa.</p>
<p>Não acho que Galera seja inferior ao Cervantes; o que eu acho inútil é enfiar temas num livro &#8211; um livro bom tem um valor nele mesmo, esse é ponto forte do Cordilheira.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lucas Murtinho</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo1/#comment-6462</link>
		<dc:creator>Lucas Murtinho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 22:32:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://copadeliteratura.com/?p=658#comment-6462</guid>
		<description>Felipe, de fato, tinha bons motivos pra lembrar de Bolaño. Mas confesso que não gosto muito do chileno, então só pensei nisso agora que você falou. Sei que é heresia, mas acho até que, nessa questão de vida e/contra literatura, prefiro o tratamento do Galera ao do Bolaño. A obsessão biográfica do Bolaño me afasta um pouco dos seus livros.

Marcos Vinícius e Rodrigo S.: não acho que existam temas esgotados na literatura. Claro que se pode dizer que o que o Galera fez Cervantes fez melhor, mas aí fica covardia. &quot;Você diz que esse cara sabe jogar bola, mas quem é ele comparado com o Pelé?&quot;

Abraços,

Lucas</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Felipe, de fato, tinha bons motivos pra lembrar de Bolaño. Mas confesso que não gosto muito do chileno, então só pensei nisso agora que você falou. Sei que é heresia, mas acho até que, nessa questão de vida e/contra literatura, prefiro o tratamento do Galera ao do Bolaño. A obsessão biográfica do Bolaño me afasta um pouco dos seus livros.</p>
<p>Marcos Vinícius e Rodrigo S.: não acho que existam temas esgotados na literatura. Claro que se pode dizer que o que o Galera fez Cervantes fez melhor, mas aí fica covardia. &#8220;Você diz que esse cara sabe jogar bola, mas quem é ele comparado com o Pelé?&#8221;</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Lucas</p>
]]></content:encoded>
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