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	<title>Comentários sobre: Jogo 5</title>
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		<title>Por: bruna</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo5/#comment-6835</link>
		<dc:creator>bruna</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 21:26:47 +0000</pubDate>
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		<description>Nao li o Dias de Faulkner e tb fiquei sem vontade, depois da maravilhosa resenha do Tiago.
Li correndo o Flores Azuis. Também efeito resenha. 
Me deu a sensacao de fistfucking interrompido.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nao li o Dias de Faulkner e tb fiquei sem vontade, depois da maravilhosa resenha do Tiago.<br />
Li correndo o Flores Azuis. Também efeito resenha.<br />
Me deu a sensacao de fistfucking interrompido.</p>
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		<title>Por: Sant Clair Aznavu</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo5/#comment-6669</link>
		<dc:creator>Sant Clair Aznavu</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 13:07:43 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Eu já estava inclinado a comprar o Flores Azuis, mas com este papo fistfucking aí eu fiquei assustado&quot;

Só comprarei por isso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Eu já estava inclinado a comprar o Flores Azuis, mas com este papo fistfucking aí eu fiquei assustado&#8221;</p>
<p>Só comprarei por isso.</p>
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		<title>Por: rodrigo sampaio</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo5/#comment-6639</link>
		<dc:creator>rodrigo sampaio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 19:51:43 +0000</pubDate>
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		<description>Melhor resenha, sem dúvida!! Não teve medo de falar de elementos estéticos básicos da literatura, como tantos que se demoraram no corpo pensante do livro e, ao mesmo tempo, não deixou de rematar com análises mais sutis, da idéia global, da dianóia, para falar em termos aristotélicos. Resenha de escritor, e não de professor de literatura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Melhor resenha, sem dúvida!! Não teve medo de falar de elementos estéticos básicos da literatura, como tantos que se demoraram no corpo pensante do livro e, ao mesmo tempo, não deixou de rematar com análises mais sutis, da idéia global, da dianóia, para falar em termos aristotélicos. Resenha de escritor, e não de professor de literatura.</p>
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	<item>
		<title>Por: Lucas Murtinho</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo5/#comment-6638</link>
		<dc:creator>Lucas Murtinho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 15:35:57 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com a Clarice: talvez por conta do mimimi constante, achei A. uma personagem pouco desenvolvida. Marcos me parece muito mais interessante, até pela habilidade da narração de mostrar os lados negativos da sua personalidade sem nunca se virar ostensivamente contra ele (algo, aliás, que já tinha sido feito com a Laura de &lt;i&gt;Toda terça&lt;/i&gt;).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com a Clarice: talvez por conta do mimimi constante, achei A. uma personagem pouco desenvolvida. Marcos me parece muito mais interessante, até pela habilidade da narração de mostrar os lados negativos da sua personalidade sem nunca se virar ostensivamente contra ele (algo, aliás, que já tinha sido feito com a Laura de <i>Toda terça</i>).</p>
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		<title>Por: Claudio Faria</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo5/#comment-6635</link>
		<dc:creator>Claudio Faria</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 12:19:32 +0000</pubDate>
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		<description>Só agora pude ler sua resenha, Tiago. E que resenha! Como um craque no futebol, passou a impressão de que é fácil, facílimo resenhar um livro, mostrar suas virtudes e defeitos. O resultado é que comprarei o &quot;Flores Azuis&quot; hoje mesmo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só agora pude ler sua resenha, Tiago. E que resenha! Como um craque no futebol, passou a impressão de que é fácil, facílimo resenhar um livro, mostrar suas virtudes e defeitos. O resultado é que comprarei o &#8220;Flores Azuis&#8221; hoje mesmo.</p>
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		<title>Por: Clarice</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo5/#comment-6634</link>
		<dc:creator>Clarice</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 00:57:33 +0000</pubDate>
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		<description>Como já comentei antes, estou achando muito curioso as mulheres que conheço terem detestado o Flores Azuis, e os homens estarem adorando. 

E mais, Dr Plausível acima, mas mais alguém por aí: me parece que os homens que aqui comentam estão achando A. um retrato incrível de mulher e de feminilidade. Pois eu achei ela uma caricatura grosseira. Mais para um fantasma masculino do que uma mulher real (e aí quem sabe o Tiago possa me achar alguma explicação na qual na verdade Marcos é esquizofrênico e escreve as cartas para si mesmo, explicando assim minha impressão de que A. é apenas um fantasma masculino! rs)

Voltando ao Cordilheira, já que já foi assunto por aqui, Anita para mim era muito mais mulher, muito mais real, muito mais 3-D.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como já comentei antes, estou achando muito curioso as mulheres que conheço terem detestado o Flores Azuis, e os homens estarem adorando. </p>
<p>E mais, Dr Plausível acima, mas mais alguém por aí: me parece que os homens que aqui comentam estão achando A. um retrato incrível de mulher e de feminilidade. Pois eu achei ela uma caricatura grosseira. Mais para um fantasma masculino do que uma mulher real (e aí quem sabe o Tiago possa me achar alguma explicação na qual na verdade Marcos é esquizofrênico e escreve as cartas para si mesmo, explicando assim minha impressão de que A. é apenas um fantasma masculino! rs)</p>
<p>Voltando ao Cordilheira, já que já foi assunto por aqui, Anita para mim era muito mais mulher, muito mais real, muito mais 3-D.</p>
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		<title>Por: Dr Plausível</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo5/#comment-6633</link>
		<dc:creator>Dr Plausível</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 23:48:41 +0000</pubDate>
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		<description>Muito boa, tua resenha, Tiago.

Só não entendi esse lance da &quot;parte X&quot;, q na verdade é a parte IX (as partes narrando sobre Marcos tão numeradas em romanos). ¿Por que vc acha q essa parte pode ter sido escrita por A., ou por um terceiro narrador? Pra mim, o narrador dessa parte é tal e qual o mesmo das outras sobre Marcos.

Faz tanto tempo li FA q até tinha esquecido do FF*. Pra mim, o q ficou foi isto:

Não achei tão instigante qto &lt;i&gt;Toda terça&lt;/i&gt;. Mas mesmo assim, achei FA um livro poderoso, totalmente adulto – no sentido de &#039;adulto&#039; q uso aqui na Copa –, destrinchando com uma inteligência abrangente as complexidades da sensibilidade. As reentrâncias e emaranhados da femininidade me são às vezes espantosas e é raro q elas transpareçam tão claramente como nesse livro. Achei sábio q CS não tenha tentado se aprofundar demais no âmbito masculino. Noto q em seus dois livros ela vem tentando traduzir seu entendimento desse âmbito, com bastante sucesso, mas q percebe até onde pode ir, dentro dos parâmetros de um romance. A caracterização dos homens é circunstancial e mais formal. Além disso, seus homens são atípicos (o q aliás é o de q um romance precisa: ¿quem quer ler sobre o típico?) e em FA nota-se q os pensamentos de Marcos passaram por um filtro feminino. Já a caracterização das mulheres é profunda, detalhada e coloquial; suas mulheres são criações magníficas, frutos de uma empatia exuberante, de um multi-foco amplo, coreografado e generoso.

Outra coisa, &lt;i&gt;Flores azuis&lt;/i&gt; tem um mérito invulgar: seu placar neimedrópin é 0 x 0.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito boa, tua resenha, Tiago.</p>
<p>Só não entendi esse lance da &#8220;parte X&#8221;, q na verdade é a parte IX (as partes narrando sobre Marcos tão numeradas em romanos). ¿Por que vc acha q essa parte pode ter sido escrita por A., ou por um terceiro narrador? Pra mim, o narrador dessa parte é tal e qual o mesmo das outras sobre Marcos.</p>
<p>Faz tanto tempo li FA q até tinha esquecido do FF*. Pra mim, o q ficou foi isto:</p>
<p>Não achei tão instigante qto <i>Toda terça</i>. Mas mesmo assim, achei FA um livro poderoso, totalmente adulto – no sentido de &#8216;adulto&#8217; q uso aqui na Copa –, destrinchando com uma inteligência abrangente as complexidades da sensibilidade. As reentrâncias e emaranhados da femininidade me são às vezes espantosas e é raro q elas transpareçam tão claramente como nesse livro. Achei sábio q CS não tenha tentado se aprofundar demais no âmbito masculino. Noto q em seus dois livros ela vem tentando traduzir seu entendimento desse âmbito, com bastante sucesso, mas q percebe até onde pode ir, dentro dos parâmetros de um romance. A caracterização dos homens é circunstancial e mais formal. Além disso, seus homens são atípicos (o q aliás é o de q um romance precisa: ¿quem quer ler sobre o típico?) e em FA nota-se q os pensamentos de Marcos passaram por um filtro feminino. Já a caracterização das mulheres é profunda, detalhada e coloquial; suas mulheres são criações magníficas, frutos de uma empatia exuberante, de um multi-foco amplo, coreografado e generoso.</p>
<p>Outra coisa, <i>Flores azuis</i> tem um mérito invulgar: seu placar neimedrópin é 0 x 0.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Clarice</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo5/#comment-6632</link>
		<dc:creator>Clarice</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 16:53:50 +0000</pubDate>
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		<description>Homenzarada,
Sei se eu achei o fistfucking poético não…
Tudo bem que àquela altura eu queria mais é que fizessem picadinho da maldita da A., mas ainda assim. Violento pacas.

Tiago,
Imagino que o final de Flores Azuis só tenha te feito pensar tanto e curtir ainda mais o livro porque você já estava gostando. Para quem, como eu, não gostou nada nada de tudo o que veio antes, não há final filosófico/viajante/meta/odiaboaquatro que dê jeito…</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Homenzarada,<br />
Sei se eu achei o fistfucking poético não…<br />
Tudo bem que àquela altura eu queria mais é que fizessem picadinho da maldita da A., mas ainda assim. Violento pacas.</p>
<p>Tiago,<br />
Imagino que o final de Flores Azuis só tenha te feito pensar tanto e curtir ainda mais o livro porque você já estava gostando. Para quem, como eu, não gostou nada nada de tudo o que veio antes, não há final filosófico/viajante/meta/odiaboaquatro que dê jeito…</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: tiago a.</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo5/#comment-6630</link>
		<dc:creator>tiago a.</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 15:00:02 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com Fernando. Esse Marcos de Flores Azuis suspendeu minha incredulidade mais do que aquela Anita de Cordilheira.

Clarice diz que “[o] final é abrupto, e de qualquer forma a revelação final não fez mudar em nada minha percepção sobre o que veio antes. Acho que já estava tão irritada que só me veio um &#039;tá, e daí?&#039;.” Quando um livro enche o saco é foda mesmo. Entendo. Mas o que segue é uma tentativa de dar um testemunho sobre o que aconteceu comigo quando cheguei a este ponto da estória.

Logo num primeiro momento, me veio a conclusão que me parece a mais in your face: A. é quem escreve as cartas. Marcos é o personagem que ela diz ter criado. Aquela última parte, quando Marcos vai entregar as cartas no endereço do antigo inquilino e dá com os burros n&#039;água—uma parte que vou chamar de X—, também foi escrita por A.

Mas pouco tempo depois, me ocorreu que também existe a possibilidade de, embora a responsável pelas cartas seja A., Marcos não ser o personagem que ela diz ter criado. É possível que a parte X não tenha sido escrito por A., e que Marcos, portanto, “exista” mesmo, ou que, pelo menos, seja tão personagem quanto A. 

E, nesse caso, quem foi então que escreveu a parte X?

É porque ele permite que várias respostas sejam dadas a essa pergunta que eu achei esse livro legal. Uma das respostas possíveis, por exemplo, é esta. Não é A. quem escreve as cartas. A. é personagem tanto quanto Marcos. Tanto faz se o último capítulo foi ou não foi escrito por A., “essa mulher IN-SU-POR-TÁ-VEL”. Importa é saber que, por trás da porra toda, existe um A.—abreviação de Autor—que manipula a galëre. Que fala do próprio ofício o tempo todo. Que, caso exista, neste exato momento está se acabando de rir que nem Rabugento.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com Fernando. Esse Marcos de Flores Azuis suspendeu minha incredulidade mais do que aquela Anita de Cordilheira.</p>
<p>Clarice diz que “[o] final é abrupto, e de qualquer forma a revelação final não fez mudar em nada minha percepção sobre o que veio antes. Acho que já estava tão irritada que só me veio um &#8216;tá, e daí?&#8217;.” Quando um livro enche o saco é foda mesmo. Entendo. Mas o que segue é uma tentativa de dar um testemunho sobre o que aconteceu comigo quando cheguei a este ponto da estória.</p>
<p>Logo num primeiro momento, me veio a conclusão que me parece a mais in your face: A. é quem escreve as cartas. Marcos é o personagem que ela diz ter criado. Aquela última parte, quando Marcos vai entregar as cartas no endereço do antigo inquilino e dá com os burros n&#8217;água—uma parte que vou chamar de X—, também foi escrita por A.</p>
<p>Mas pouco tempo depois, me ocorreu que também existe a possibilidade de, embora a responsável pelas cartas seja A., Marcos não ser o personagem que ela diz ter criado. É possível que a parte X não tenha sido escrito por A., e que Marcos, portanto, “exista” mesmo, ou que, pelo menos, seja tão personagem quanto A. </p>
<p>E, nesse caso, quem foi então que escreveu a parte X?</p>
<p>É porque ele permite que várias respostas sejam dadas a essa pergunta que eu achei esse livro legal. Uma das respostas possíveis, por exemplo, é esta. Não é A. quem escreve as cartas. A. é personagem tanto quanto Marcos. Tanto faz se o último capítulo foi ou não foi escrito por A., “essa mulher IN-SU-POR-TÁ-VEL”. Importa é saber que, por trás da porra toda, existe um A.—abreviação de Autor—que manipula a galëre. Que fala do próprio ofício o tempo todo. Que, caso exista, neste exato momento está se acabando de rir que nem Rabugento.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: andreis</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo5/#comment-6629</link>
		<dc:creator>andreis</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 14:45:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://copadeliteratura.com/?p=828#comment-6629</guid>
		<description>eu que não me interesso nem MINIMAMENTE pelos trechos vários que já li de Flores Azuis, agora quero ler o fistfuck poético.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu que não me interesso nem MINIMAMENTE pelos trechos vários que já li de Flores Azuis, agora quero ler o fistfuck poético.</p>
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