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	<title>Comentários sobre: Jogo 3</title>
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		<title>Por: JonasM</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo3/#comment-6761</link>
		<dc:creator>JonasM</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 11:40:54 +0000</pubDate>
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		<description>Li o O Verão do Chibo e gostei demais. Concordo com Dr. Plausível, não vejo nenhum problema em o narrador usar palavras supostamente inverossímeis. Acho que o livro é ainda mais realista por conta disso. Há a criação de um universo próprio. E a históra, que é aparentemente simples, vai ficando muito complexa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Li o O Verão do Chibo e gostei demais. Concordo com Dr. Plausível, não vejo nenhum problema em o narrador usar palavras supostamente inverossímeis. Acho que o livro é ainda mais realista por conta disso. Há a criação de um universo próprio. E a históra, que é aparentemente simples, vai ficando muito complexa.</p>
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		<title>Por: Bilu-Tetéia</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo3/#comment-6678</link>
		<dc:creator>Bilu-Tetéia</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 17:44:22 +0000</pubDate>
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		<description>Lido. E agora tendo a concordar com o Lucas e outros quanto a posição do narrador, verossimilhança etc. Desconfio que daria um conto melhor que um romance (ou uma novela). Por ser dividido, escrito a 4 mãos, desconfio que a percepção do quanto a &quot;&quot;trama&quot;&quot; emperrou, girou sobre si mesma, deixou de avançar significativamente etc, é mais evidente ao leitor que aos autores.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lido. E agora tendo a concordar com o Lucas e outros quanto a posição do narrador, verossimilhança etc. Desconfio que daria um conto melhor que um romance (ou uma novela). Por ser dividido, escrito a 4 mãos, desconfio que a percepção do quanto a &#8220;&#8221;trama&#8221;" emperrou, girou sobre si mesma, deixou de avançar significativamente etc, é mais evidente ao leitor que aos autores.</p>
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		<title>Por: Marcela</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo3/#comment-6580</link>
		<dc:creator>Marcela</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 04:20:53 +0000</pubDate>
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		<description>gostei demais dos comentários do emilio e ele ainda é gatinho ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>gostei demais dos comentários do emilio e ele ainda é gatinho <img src='http://copadeliteratura.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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	<item>
		<title>Por: Bilu-Tetéia</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo3/#comment-6559</link>
		<dc:creator>Bilu-Tetéia</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 22:39:43 +0000</pubDate>
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		<description>A essa altura, dizer que sou um sujeito simplório é até redundância. Mas, pra mim, (desconfio que) alguém que faz uma reflexão que estaria vedada a uma criança, é um adulto, um adolescente ou um velho. Se preferir, esse foi o meu Modo de Ler o Comentário 11.

Na minha opinião, o autor é sempre o dono da chave do livro. O problema é que o autor que entrega a chave ao leitor, diminui, perde sua validade, torna-se sem graça. 

Pra mim, basta que ele DIGA QUE SEJA, sim. Só que eu nunca mais retornarei ao mesmo.

Quanto ao Chibo, você é o autor, Emílio. 

Se você diz: &quot;Bilu, ouça, Bilu, eu não tenho a chave do nosso livro&quot;.

Acreditarei cegamente. Acredite, quando lê-lo, essas palavras terão um enorme peso sobre a minha leitura.

Portanto, a mim, também basta que o autor diga que NÃO SEJA. 

Não sei se por excesso ou carência de imaginação, prefiro crer que o autor está no controle da situação e sabe de onde, como e para onde vai.

Que fique claro: o único que pode impedir que o leitor procure a chave, é o dono dela. Mas esse não é um Autor, é um patife.

Preciso ler o livro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A essa altura, dizer que sou um sujeito simplório é até redundância. Mas, pra mim, (desconfio que) alguém que faz uma reflexão que estaria vedada a uma criança, é um adulto, um adolescente ou um velho. Se preferir, esse foi o meu Modo de Ler o Comentário 11.</p>
<p>Na minha opinião, o autor é sempre o dono da chave do livro. O problema é que o autor que entrega a chave ao leitor, diminui, perde sua validade, torna-se sem graça. </p>
<p>Pra mim, basta que ele DIGA QUE SEJA, sim. Só que eu nunca mais retornarei ao mesmo.</p>
<p>Quanto ao Chibo, você é o autor, Emílio. </p>
<p>Se você diz: &#8220;Bilu, ouça, Bilu, eu não tenho a chave do nosso livro&#8221;.</p>
<p>Acreditarei cegamente. Acredite, quando lê-lo, essas palavras terão um enorme peso sobre a minha leitura.</p>
<p>Portanto, a mim, também basta que o autor diga que NÃO SEJA. </p>
<p>Não sei se por excesso ou carência de imaginação, prefiro crer que o autor está no controle da situação e sabe de onde, como e para onde vai.</p>
<p>Que fique claro: o único que pode impedir que o leitor procure a chave, é o dono dela. Mas esse não é um Autor, é um patife.</p>
<p>Preciso ler o livro.</p>
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	<item>
		<title>Por: Lucas Murtinho</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo3/#comment-6558</link>
		<dc:creator>Lucas Murtinho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 22:18:08 +0000</pubDate>
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		<description>Pô, Emilio, que promessa mais sem graça. Assim vou ser obrigado a concluir que você não tem umbigo.

Ok, sério agora: a sua presença neste papo foi valiosíssima. Escrevi lá no jogo 1, comentário 16, sobre como quase todo autor brasileiro que vejo falando de crítica literária só sabe reclamar que os críticos não são capazes de entender o que ele escreve. É um grande prazer ver um autor me desmentindo, disposto a arregaçar as mangas e debater a obra, sem apelar pro insulto e com argumentos que fazem você repensar a leitura.

Costumo ser muito radical quando a conversa é a objetividade da apreciação de uma obra de arte: para mim isso não existe, qualquer juízo sobre qualquer obra é potencialmente defensável. Mas se eu tivesse que buscar algum tipo de objetividade acho que ela se estaria fortemente correlacionada ao debate que a obra é capaz de suscitar e à inteligência dos argumentos que seus defensores e detratores conseguem montar para debatê-la. Objetivamente, portanto, a obra seria tão boa quanto a discussão que se pode ter sobre ela.

Digo isso porque eu, que instintivamente gostei mais de &quot;O fazedor de velhos&quot; e sei que esta é a última chance de falar do livro na Copa, não consegui pensar em nada de interessante para escrever sobre ele. Continuo achando que o meu voto seria diferente do do Bernardo, mas não tenho mais certeza de que seria uma boa decisão.

Abraços,

Lucas</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pô, Emilio, que promessa mais sem graça. Assim vou ser obrigado a concluir que você não tem umbigo.</p>
<p>Ok, sério agora: a sua presença neste papo foi valiosíssima. Escrevi lá no jogo 1, comentário 16, sobre como quase todo autor brasileiro que vejo falando de crítica literária só sabe reclamar que os críticos não são capazes de entender o que ele escreve. É um grande prazer ver um autor me desmentindo, disposto a arregaçar as mangas e debater a obra, sem apelar pro insulto e com argumentos que fazem você repensar a leitura.</p>
<p>Costumo ser muito radical quando a conversa é a objetividade da apreciação de uma obra de arte: para mim isso não existe, qualquer juízo sobre qualquer obra é potencialmente defensável. Mas se eu tivesse que buscar algum tipo de objetividade acho que ela se estaria fortemente correlacionada ao debate que a obra é capaz de suscitar e à inteligência dos argumentos que seus defensores e detratores conseguem montar para debatê-la. Objetivamente, portanto, a obra seria tão boa quanto a discussão que se pode ter sobre ela.</p>
<p>Digo isso porque eu, que instintivamente gostei mais de &#8220;O fazedor de velhos&#8221; e sei que esta é a última chance de falar do livro na Copa, não consegui pensar em nada de interessante para escrever sobre ele. Continuo achando que o meu voto seria diferente do do Bernardo, mas não tenho mais certeza de que seria uma boa decisão.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Lucas</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Emilio</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo3/#comment-6557</link>
		<dc:creator>Emilio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 21:50:47 +0000</pubDate>
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		<description>.
Oi, oi.

Prometo que é o último: no comentário 11, quando disse que &quot;existe uma tensão entre o presente das crianças e O LUGAR DESTE NARRADOR, que às vezes se descola do tempo presente para fazer uma ou outra reflexão que, claro, estaria vedada a uma criança&quot; não digo que se trata de um ADULTO. Quem diz isso é o crítico. 

Não sei muito sobre o lugar deste narrador. Este lugar que se descola do que seria o presente da criança existe (se um escritor reproduzisse fielmente a voz de uma criança não teríamos livro, não teríamos articulação), mas eu não sei o bastante sobre ele, e o livro não se preocupa em solucionar isso. Mas achei legal a possibilidade aberta pelo crítico -- e, puxa, tudo são maneiras ler.

Como pediram a presença da Vanessa (ela está de férias e viajou com o comandante de divisão André Conti para uma praia cheia de águas-vivas e um peixe-boi), a Vanessa e eu respondemos uma vez uma pergunta que tem a ver com a discussão que surgiu, sobre se o autor é ou não dono das chaves do livro (na minha opinião, não -- não basta o autor dizer para que seja: depois do livro escrito, o autor é mais um leitor):

Enquanto escrevíamos, não idealizamos nenhum leitor, não pensamos nos amigos nem no que a história poderia causar. Parafraseando o Quiroga: tentávamos criar a história como se ela não tivesse interesse senão para o pequeno mundo dos nossos personagens. Mas, com o livro pronto, a literatura são sempre MODOS DE LER. 

A mãe da Vanessa, por exemplo, quer um leitor que perceba quão magnífico é o personagem Cabelo. Ele seria o centro do livro e tudo no mundo se encheria de desenhos alienígenas, abelhas e nariz escorrendo. O pai do Emilio diz que é um Verão muito sinistro, uma história de barcos que não atracam, lagartixas cortadas ao meio, tábuas quebradas. 

Ou a história de um mundo em que a imaginação tenta resistir frente a um exército de figuras mortas e empalhadas. 

Alguém pode dizer: é o tipo de narrativa de aventura, só que enguiçada! Há crianças, férias, verão, mas o filme enroscou na máquina, a boia de pato furou, as figurinhas perderam o autocolante. Ou é a história de um narrador que não entende direito as coisas porque, ora, é criança! 

É a história de pais que brigam, ou é a história de como, sem perceber, devagar e aos poucos, as coisas de lá se misturam com as de cá e nos transformamos em pessoas novas e estranhas para nós mesmos.

Dá pra ser muita coisa. Não tem fim.
.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>.<br />
Oi, oi.</p>
<p>Prometo que é o último: no comentário 11, quando disse que &#8220;existe uma tensão entre o presente das crianças e O LUGAR DESTE NARRADOR, que às vezes se descola do tempo presente para fazer uma ou outra reflexão que, claro, estaria vedada a uma criança&#8221; não digo que se trata de um ADULTO. Quem diz isso é o crítico. </p>
<p>Não sei muito sobre o lugar deste narrador. Este lugar que se descola do que seria o presente da criança existe (se um escritor reproduzisse fielmente a voz de uma criança não teríamos livro, não teríamos articulação), mas eu não sei o bastante sobre ele, e o livro não se preocupa em solucionar isso. Mas achei legal a possibilidade aberta pelo crítico &#8212; e, puxa, tudo são maneiras ler.</p>
<p>Como pediram a presença da Vanessa (ela está de férias e viajou com o comandante de divisão André Conti para uma praia cheia de águas-vivas e um peixe-boi), a Vanessa e eu respondemos uma vez uma pergunta que tem a ver com a discussão que surgiu, sobre se o autor é ou não dono das chaves do livro (na minha opinião, não &#8212; não basta o autor dizer para que seja: depois do livro escrito, o autor é mais um leitor):</p>
<p>Enquanto escrevíamos, não idealizamos nenhum leitor, não pensamos nos amigos nem no que a história poderia causar. Parafraseando o Quiroga: tentávamos criar a história como se ela não tivesse interesse senão para o pequeno mundo dos nossos personagens. Mas, com o livro pronto, a literatura são sempre MODOS DE LER. </p>
<p>A mãe da Vanessa, por exemplo, quer um leitor que perceba quão magnífico é o personagem Cabelo. Ele seria o centro do livro e tudo no mundo se encheria de desenhos alienígenas, abelhas e nariz escorrendo. O pai do Emilio diz que é um Verão muito sinistro, uma história de barcos que não atracam, lagartixas cortadas ao meio, tábuas quebradas. </p>
<p>Ou a história de um mundo em que a imaginação tenta resistir frente a um exército de figuras mortas e empalhadas. </p>
<p>Alguém pode dizer: é o tipo de narrativa de aventura, só que enguiçada! Há crianças, férias, verão, mas o filme enroscou na máquina, a boia de pato furou, as figurinhas perderam o autocolante. Ou é a história de um narrador que não entende direito as coisas porque, ora, é criança! </p>
<p>É a história de pais que brigam, ou é a história de como, sem perceber, devagar e aos poucos, as coisas de lá se misturam com as de cá e nos transformamos em pessoas novas e estranhas para nós mesmos.</p>
<p>Dá pra ser muita coisa. Não tem fim.<br />
.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bilu-Tetéia</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo3/#comment-6556</link>
		<dc:creator>Bilu-Tetéia</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 20:02:54 +0000</pubDate>
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		<description>1) Vale mesmo assim, Lucas.

2) Dee Snyder(ou Udo Dirkschneider?) disse: &quot;Less Begley, More Chibo!&quot;.

Vambora pro foco.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>1) Vale mesmo assim, Lucas.</p>
<p>2) Dee Snyder(ou Udo Dirkschneider?) disse: &#8220;Less Begley, More Chibo!&#8221;.</p>
<p>Vambora pro foco.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Lucas Murtinho</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo3/#comment-6555</link>
		<dc:creator>Lucas Murtinho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 19:52:20 +0000</pubDate>
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		<description>58: Bilu, não se desanime com o Begley, mas ele fala pouco de &quot;Um artista da fome&quot;. Ele fala do trabalho de Kafka, suas doenças, suas mulheres, seu judaísmo e só no último capítulo ataca de fato as obras, priorizando &quot;O julgamento&quot;, &quot;Na colônia penal&quot; e os romances.

Abraços,

Lucas</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>58: Bilu, não se desanime com o Begley, mas ele fala pouco de &#8220;Um artista da fome&#8221;. Ele fala do trabalho de Kafka, suas doenças, suas mulheres, seu judaísmo e só no último capítulo ataca de fato as obras, priorizando &#8220;O julgamento&#8221;, &#8220;Na colônia penal&#8221; e os romances.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Lucas</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bernardo</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo3/#comment-6554</link>
		<dc:creator>Bernardo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 19:44:41 +0000</pubDate>
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		<description>Sobre o ultimo comentário acima: que coisa mal escrita.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre o ultimo comentário acima: que coisa mal escrita.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bernardo</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo3/#comment-6553</link>
		<dc:creator>Bernardo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 19:42:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://copadeliteratura.com/?p=704#comment-6553</guid>
		<description>Falando em Kafka e fugindo do foco inicial: a leitura que Piglia faz de Kafka em O último leitor é linda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Falando em Kafka e fugindo do foco inicial: a leitura que Piglia faz de Kafka em O último leitor é linda.</p>
]]></content:encoded>
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