<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Jogo 13</title>
	<atom:link href="http://copadeliteratura.com/2007/jogo13/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo13/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 25 Feb 2010 15:53:11 -0300</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: Lucas Murtinho</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo13/#comment-7030</link>
		<dc:creator>Lucas Murtinho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 10:44:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://copadeliteratura.com/?p=985#comment-7030</guid>
		<description>Fique tranquilo, Michel, existem provas suficientes da existência do Dr. Plausível enquanto ser independente dos demais jurados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fique tranquilo, Michel, existem provas suficientes da existência do Dr. Plausível enquanto ser independente dos demais jurados.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Michel</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo13/#comment-7028</link>
		<dc:creator>Michel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 12:05:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://copadeliteratura.com/?p=985#comment-7028</guid>
		<description>Alguém conhece esse &quot;Dr.&quot; pessoalmente ?
Se não, não entendo como aceitam essa participação.
Entendo comentários anônimos, mas uma resenha?
Ninguém aqui desconfia que o Dr. Plausível é outro participante desta mesma copa?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alguém conhece esse &#8220;Dr.&#8221; pessoalmente ?<br />
Se não, não entendo como aceitam essa participação.<br />
Entendo comentários anônimos, mas uma resenha?<br />
Ninguém aqui desconfia que o Dr. Plausível é outro participante desta mesma copa?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: joão sebastião bastos</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo13/#comment-7023</link>
		<dc:creator>joão sebastião bastos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 22:43:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://copadeliteratura.com/?p=985#comment-7023</guid>
		<description>Areias nos dentes , parece Italo Calvino tentando roteirizar &quot;Um drinque no inferno&quot; , em alguns momentos.Brilhante,mas meio confuso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Areias nos dentes , parece Italo Calvino tentando roteirizar &#8220;Um drinque no inferno&#8221; , em alguns momentos.Brilhante,mas meio confuso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Dr Plausível</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo13/#comment-6983</link>
		<dc:creator>Dr Plausível</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 17:26:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://copadeliteratura.com/?p=985#comment-6983</guid>
		<description>AM,
Como sempre, vc dá o q pensar.

&quot;Pq q eu mesmo não sei se sei das minhas premissas fundamentais assim, com tanta clareza – como é que eu posso exigir que o autor que examino as tenha?&quot;
Pq, no foro público, até mesmo a incerteza sobre essas premissas tbm é um posicionamento.

&quot;o que nos deixa com o problema do autor mudando de opinião&quot;
Mas em qqer momento q publique, ele publicará a partir de um posicionamento. O &lt;i&gt;Cordilheira&lt;/i&gt; tem uma passagem em q a personagem-autora é obrigada a ouvir trechos de um livro seu, pomposo e simbolista, q ela agora renega; e é uma passagem q o próprio Galera renegaria, acredito. Mas até mesmo um livro q o autor renegasse teria q conter seus posicionamentos em outros tempos; e daí se vê q o próprio fato de um autor renegar um livro indica q ele mesmo vê cada livro como indicativo de um posicionamento.

&quot;nunca suponho que ele se confunde com o sujeito que, à noite, deita pra dormir e pensa sobre a vida, o universo e tudo o mais na sua secreta intimidade&quot;
Nem eu suponho isso. O autor é uma figura pública. O q ele pensa na intimidade é irrelevante; relevante é o q ele diz em público.

&quot;e o autor também tergiversa, também sacaneia, também oculta o ouro intencionalmente&quot;
Essa foi, pra mim, a frase q cutucou minha opinião, pq me pegou de surpresa. Ainda vou pensar nela.

&quot;Vc, Dr, está fazendo aí o elogio do autor-Deus, e ainda por cima deus cristão, infalível, onisciente de si, sabichão&quot;
Nãnãnão... Como eu disse, o autor é uma figura pública. No faz-de-conta, ele se coloca através do narrador, mesmo q este seja um tapado maluco analfabeto. Mas toda pessoa tem centenas de automatismos q se distilam no narrador; e além disso há centenas de subentendidos compartilhados entre o autor e seu público, subentendidos q o narrador tbm utiliza. Então não é q o autor é &quot;infalível, sabichão&quot;; é q ele não tem outra escolha exceto ser ele mesmo – ie, ter os automatismos e os subentendidos q ele tem. (Um dos aspectos q tentei sugerir na resenha do &lt;i&gt;Galiléia&lt;/i&gt; é q o leitor judeu vai entender trocentas mais coisas do q eu, por exemplo [e é até possível q tenha sido escrito com o público judeu em mente]; e essas foram as coisas q eu quis tatear, pra saber por que o livro sugere q faltam páginas nele mesmo – algo com q até mesmo o Mariazinha [10] parece concordar.)

No mesmo sentido, se o narrador fosse uma &lt;i&gt;tabula rasa&lt;/i&gt; onde o autor pode colocar QQER coisa, ¿como se explicaria q todo autor é (usualmente) reconhecível, no outro lado do véu narrativo, tanto por sua tramática (q é uma expressão de sua psicologia) qdo por seus posicionamentos identificáveis?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>AM,<br />
Como sempre, vc dá o q pensar.</p>
<p>&#8220;Pq q eu mesmo não sei se sei das minhas premissas fundamentais assim, com tanta clareza – como é que eu posso exigir que o autor que examino as tenha?&#8221;<br />
Pq, no foro público, até mesmo a incerteza sobre essas premissas tbm é um posicionamento.</p>
<p>&#8220;o que nos deixa com o problema do autor mudando de opinião&#8221;<br />
Mas em qqer momento q publique, ele publicará a partir de um posicionamento. O <i>Cordilheira</i> tem uma passagem em q a personagem-autora é obrigada a ouvir trechos de um livro seu, pomposo e simbolista, q ela agora renega; e é uma passagem q o próprio Galera renegaria, acredito. Mas até mesmo um livro q o autor renegasse teria q conter seus posicionamentos em outros tempos; e daí se vê q o próprio fato de um autor renegar um livro indica q ele mesmo vê cada livro como indicativo de um posicionamento.</p>
<p>&#8220;nunca suponho que ele se confunde com o sujeito que, à noite, deita pra dormir e pensa sobre a vida, o universo e tudo o mais na sua secreta intimidade&#8221;<br />
Nem eu suponho isso. O autor é uma figura pública. O q ele pensa na intimidade é irrelevante; relevante é o q ele diz em público.</p>
<p>&#8220;e o autor também tergiversa, também sacaneia, também oculta o ouro intencionalmente&#8221;<br />
Essa foi, pra mim, a frase q cutucou minha opinião, pq me pegou de surpresa. Ainda vou pensar nela.</p>
<p>&#8220;Vc, Dr, está fazendo aí o elogio do autor-Deus, e ainda por cima deus cristão, infalível, onisciente de si, sabichão&#8221;<br />
Nãnãnão&#8230; Como eu disse, o autor é uma figura pública. No faz-de-conta, ele se coloca através do narrador, mesmo q este seja um tapado maluco analfabeto. Mas toda pessoa tem centenas de automatismos q se distilam no narrador; e além disso há centenas de subentendidos compartilhados entre o autor e seu público, subentendidos q o narrador tbm utiliza. Então não é q o autor é &#8220;infalível, sabichão&#8221;; é q ele não tem outra escolha exceto ser ele mesmo – ie, ter os automatismos e os subentendidos q ele tem. (Um dos aspectos q tentei sugerir na resenha do <i>Galiléia</i> é q o leitor judeu vai entender trocentas mais coisas do q eu, por exemplo [e é até possível q tenha sido escrito com o público judeu em mente]; e essas foram as coisas q eu quis tatear, pra saber por que o livro sugere q faltam páginas nele mesmo – algo com q até mesmo o Mariazinha [10] parece concordar.)</p>
<p>No mesmo sentido, se o narrador fosse uma <i>tabula rasa</i> onde o autor pode colocar QQER coisa, ¿como se explicaria q todo autor é (usualmente) reconhecível, no outro lado do véu narrativo, tanto por sua tramática (q é uma expressão de sua psicologia) qdo por seus posicionamentos identificáveis?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: AM</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo13/#comment-6982</link>
		<dc:creator>AM</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 15:05:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://copadeliteratura.com/?p=985#comment-6982</guid>
		<description>Caro Dr, vamos concordar em diferir: vc diz, em sua resposta ao Felipe:

&quot;[...] eu tou pensando em ‘narrador’ como “o cara q realmente tá narrando”. Eu deveria ter qualificado melhor, tipo, “no fundo” todo narrador é o autor, a menos q ele seja hipócrita “ou esquizofrênico”. Ninguém consegue escapar de si mesmo. No caso do autor, a menos q ele seja hipócrita ou esquizofrênico, não vai conseguir publicar um livro com premissas e postulados morais, culturais, políticos e psicológicos de q ele discorda. Então saber quais são essas premissas e postulados é tão importante qto analisar a mecânica narrativa do livro.&quot;

Mas acredito que de jeito nenhum é assim: o que vc está sugerindo é uma colagem entre a figura que desempenha a função autor e uma, digamos, &quot;pessoa física&quot;. Nesse sentido, toda a crítica volta a ser exame da intenção autoral, e nada mais: revelada essa intenção, e negada a possibilidade de uma intenção de má fé, ou esquizo, está feito o trabalho. Nenhum jogo de cintura é permitido, Dr? E justo nesse contemporâneo de mil performances e discursos sobre si? Vc está negando que a invenção, o engenho e a arte podem sim fazer, em literatura, personagens e situações que destoam não do desejo de narrar do autor - o autor escolhe o que contar - mas sim das tais premissas fundamentais sobre a vida, o universo, e tudo o mais. Pq eu mesmo não sei se sei das minhas premissas fundamentais assim, com tanta clareza - como é que eu posso exigir que o autor que examino as tenha? Isso pra não falar que as premissas fundamentais de hoje são a matéria de riso de amanhã - o que nos deixa com o problema do autor mudando de opinião.

Minha opção tende a ser pensar o autor como um trabalho, o exercício de uma função, que um sujeito ocupa estrategicamente. Ele pode ser mais ingênuo, pode ser mais astuto - mas nunca suponho que ele se confunde com o sujeito que, à noite, deita pra dormir e pensa sobre a vida, o universo e tudo o mais na sua secreta intimidade. Veja que o próprio Flaubert diz, ao mesmo tempo, que &quot;Madame Bovary sou eu&quot; e que &quot;Há uma Madame Bovary em cada vilarejo da França&quot;: o autor inventa, o autor retrata, e o autor também tergiversa, também sacaneia, também oculta o ouro intencionalmente - e às vezes o entrega inadvertidamente. Vc, Dr, está fazendo aí o elogio do autor-Deus, e ainda por cima deus cristão, infalível, onisciente de si, sabichão. Eu estou aqui defendendo a opção sublunar. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Dr, vamos concordar em diferir: vc diz, em sua resposta ao Felipe:</p>
<p>&#8220;[...] eu tou pensando em ‘narrador’ como “o cara q realmente tá narrando”. Eu deveria ter qualificado melhor, tipo, “no fundo” todo narrador é o autor, a menos q ele seja hipócrita “ou esquizofrênico”. Ninguém consegue escapar de si mesmo. No caso do autor, a menos q ele seja hipócrita ou esquizofrênico, não vai conseguir publicar um livro com premissas e postulados morais, culturais, políticos e psicológicos de q ele discorda. Então saber quais são essas premissas e postulados é tão importante qto analisar a mecânica narrativa do livro.&#8221;</p>
<p>Mas acredito que de jeito nenhum é assim: o que vc está sugerindo é uma colagem entre a figura que desempenha a função autor e uma, digamos, &#8220;pessoa física&#8221;. Nesse sentido, toda a crítica volta a ser exame da intenção autoral, e nada mais: revelada essa intenção, e negada a possibilidade de uma intenção de má fé, ou esquizo, está feito o trabalho. Nenhum jogo de cintura é permitido, Dr? E justo nesse contemporâneo de mil performances e discursos sobre si? Vc está negando que a invenção, o engenho e a arte podem sim fazer, em literatura, personagens e situações que destoam não do desejo de narrar do autor &#8211; o autor escolhe o que contar &#8211; mas sim das tais premissas fundamentais sobre a vida, o universo, e tudo o mais. Pq eu mesmo não sei se sei das minhas premissas fundamentais assim, com tanta clareza &#8211; como é que eu posso exigir que o autor que examino as tenha? Isso pra não falar que as premissas fundamentais de hoje são a matéria de riso de amanhã &#8211; o que nos deixa com o problema do autor mudando de opinião.</p>
<p>Minha opção tende a ser pensar o autor como um trabalho, o exercício de uma função, que um sujeito ocupa estrategicamente. Ele pode ser mais ingênuo, pode ser mais astuto &#8211; mas nunca suponho que ele se confunde com o sujeito que, à noite, deita pra dormir e pensa sobre a vida, o universo e tudo o mais na sua secreta intimidade. Veja que o próprio Flaubert diz, ao mesmo tempo, que &#8220;Madame Bovary sou eu&#8221; e que &#8220;Há uma Madame Bovary em cada vilarejo da França&#8221;: o autor inventa, o autor retrata, e o autor também tergiversa, também sacaneia, também oculta o ouro intencionalmente &#8211; e às vezes o entrega inadvertidamente. Vc, Dr, está fazendo aí o elogio do autor-Deus, e ainda por cima deus cristão, infalível, onisciente de si, sabichão. Eu estou aqui defendendo a opção sublunar. <img src='http://copadeliteratura.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Dr Plausível</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo13/#comment-6981</link>
		<dc:creator>Dr Plausível</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 00:07:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://copadeliteratura.com/?p=985#comment-6981</guid>
		<description>Pô, Rodrigo, assim vc me encabula.

----

&quot;resenha convoluta&quot;
&quot;o texto é bastante descuidado, desorganizado&quot;

É nisso q dá economizar nas conjunções.

----

AM,
De fato. Ou ele ou uma probabilidade ínfima de alguém muito esperto se passando por ele. Mas qdo aparece uma sumidade pra criticar, é quase uma honra, não?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pô, Rodrigo, assim vc me encabula.</p>
<p>&#8212;-</p>
<p>&#8220;resenha convoluta&#8221;<br />
&#8220;o texto é bastante descuidado, desorganizado&#8221;</p>
<p>É nisso q dá economizar nas conjunções.</p>
<p>&#8212;-</p>
<p>AM,<br />
De fato. Ou ele ou uma probabilidade ínfima de alguém muito esperto se passando por ele. Mas qdo aparece uma sumidade pra criticar, é quase uma honra, não?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: AM</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo13/#comment-6979</link>
		<dc:creator>AM</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 20:44:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://copadeliteratura.com/?p=985#comment-6979</guid>
		<description>Aposto que o comentário 10, da Mariazinha, é de fato de autoria de um certo RL, que costuma publicar livros de ficção e está prestes a ganhar um título nobiliárquico da Fundação Troll.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aposto que o comentário 10, da Mariazinha, é de fato de autoria de um certo RL, que costuma publicar livros de ficção e está prestes a ganhar um título nobiliárquico da Fundação Troll.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Laion Castro</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo13/#comment-6978</link>
		<dc:creator>Laion Castro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 19:48:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://copadeliteratura.com/?p=985#comment-6978</guid>
		<description>Achei a resenha muito ruim. Além de observações irrelevantes e comparações inapropriadas, o texto é bastante descuidado, desorganizado. Para piorar, uma chuva de pq, qdo, q, abreviações adolescentes, grotescas, que doem no olho. Isso aqui não é MSN; e a mão não cai se a gente escreve as palavras por inteiro. Decepcionei-me.

Apesar disso, os livros parecem ser bons e certamente os lerei.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Achei a resenha muito ruim. Além de observações irrelevantes e comparações inapropriadas, o texto é bastante descuidado, desorganizado. Para piorar, uma chuva de pq, qdo, q, abreviações adolescentes, grotescas, que doem no olho. Isso aqui não é MSN; e a mão não cai se a gente escreve as palavras por inteiro. Decepcionei-me.</p>
<p>Apesar disso, os livros parecem ser bons e certamente os lerei.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: rodrigo sampaio</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo13/#comment-6977</link>
		<dc:creator>rodrigo sampaio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 14:40:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://copadeliteratura.com/?p=985#comment-6977</guid>
		<description>Meu caro, Plausível
Seja um pouco previsível
E, mesmo, um tanto risível
Disse risível, não irrisório
Bandeirinha e não transitório
Amigo e jamais concessório
Sê melífl... meloso como frade
Beija a mão da tua comadre
E se cirande dos compadre
Sê um bufo e não truão
Dê tapinhas e não menção
Pois, amigos, para que o são?
E com certeza será misto
Perto de todos e disto
Unanimidade burra e quisto</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro, Plausível<br />
Seja um pouco previsível<br />
E, mesmo, um tanto risível<br />
Disse risível, não irrisório<br />
Bandeirinha e não transitório<br />
Amigo e jamais concessório<br />
Sê melífl&#8230; meloso como frade<br />
Beija a mão da tua comadre<br />
E se cirande dos compadre<br />
Sê um bufo e não truão<br />
Dê tapinhas e não menção<br />
Pois, amigos, para que o são?<br />
E com certeza será misto<br />
Perto de todos e disto<br />
Unanimidade burra e quisto</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Dr Plausível</title>
		<link>http://copadeliteratura.com/2009/jogo13/#comment-6976</link>
		<dc:creator>Dr Plausível</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 15:50:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://copadeliteratura.com/?p=985#comment-6976</guid>
		<description>Felipe,
Sim. Vc tá pensando em &#039;narrador&#039; como &quot;a figura faz-de-conta q o autor tá fingindo ser&quot;; eu tou pensando em &#039;narrador&#039; como &quot;o cara q &lt;i&gt;realmente&lt;/i&gt; tá narrando&quot;. Eu deveria ter qualificado melhor, tipo, &quot;no fundo&quot; todo narrador é o autor, a menos q ele seja hipócrita &quot;ou esquizofrênico&quot;. Ninguém consegue escapar de si mesmo. No caso do autor, a menos q ele seja hipócrita ou esquizofrênico, não vai conseguir publicar um livro com premissas e postulados morais, culturais, políticos e psicológicos de q ele discorda. Então saber quais são essas premissas e postulados é tão importante qto analisar a mecânica narrativa do livro.

Por outro lado, no contexto, &lt;i&gt;daquela&lt;/i&gt; resposta ao Mariazinha, a frase tinha um duplo sentido.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Felipe,<br />
Sim. Vc tá pensando em &#8216;narrador&#8217; como &#8220;a figura faz-de-conta q o autor tá fingindo ser&#8221;; eu tou pensando em &#8216;narrador&#8217; como &#8220;o cara q <i>realmente</i> tá narrando&#8221;. Eu deveria ter qualificado melhor, tipo, &#8220;no fundo&#8221; todo narrador é o autor, a menos q ele seja hipócrita &#8220;ou esquizofrênico&#8221;. Ninguém consegue escapar de si mesmo. No caso do autor, a menos q ele seja hipócrita ou esquizofrênico, não vai conseguir publicar um livro com premissas e postulados morais, culturais, políticos e psicológicos de q ele discorda. Então saber quais são essas premissas e postulados é tão importante qto analisar a mecânica narrativa do livro.</p>
<p>Por outro lado, no contexto, <i>daquela</i> resposta ao Mariazinha, a frase tinha um duplo sentido.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
